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PLOT 50

Disponibilidade: Stock

R$ 90,00

One Shared House. Com entrevista a Irene Pereyra / Cooperativa habitacional La Borda. Lacol. Com texto de Lacol e La Ciutat Invisible / Lange Eng. Dorte Mandrup / Yokohama Apartments.  ON Design Partners / Marmalade Lane. Mole Architects / 3 generation house. BETA office for architecture and the city / 9 habitações em Oosterwold. Bureau SLA, ZakenMaker / R50. Ifau, Jesko Fezer, Heide & von Beckerath / Terrasenhaus Berlin / Lobe Block. Brandlhuber + Emde, Burlon / Muck Petzet Architects. Com texto de Arno Brandlhuber, Olaf Grawert e Anh Linh Ngo / Viver mais perto no passado. Je Ahn / Um arbusto de sinais luminosos. Entrevista com Jean-Luc Nancy. Florencia Rodríguez / Levar a cozinha para fora da casa. Anna Puigjaner / Incerteza – e inclusive pânico –, mas, finalmente, criação: um estacionamento mobiliado. Santiago García Navarro e Rodrigo Kommers Wender.

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REVISTA                      

One Shared House. Como viveremos em 2030? Esta é a pregunta que deseja responder o projeto de pesquisa realizado dentro de um espírito lúdico pelo Anton & Irene + SPACE 10 e que busca refletir sobre o futuro da convivência nas cidades, e esboçar algumas respostas para essa pergunta.

PRÁTICA

Cooperativa habitacional La Borda. Lacol e La Ciutat Invisible reflexionam sobre os projetos das cooperativas de habitação no campo do desenho arquitetônico. Além disso, apresentamos o projeto La Borda, de Lacol, que funda suas bases em um sistema de cooperativa com concessão de uso da propriedade, e marca precedentes para a produção habitacional de interesse social catalã.

 Lange Eng. Em um contexto determinado pelo estado de bem-estar, o projeto de Dorte Mandrup reflete a experiência de uma comunidade de menor escala, caracterizado por uma aliança entre proprietários e arquitetos que procurou dar uma resposta arquitetônica para a proposta.

Yokohama Apartments. O complexo residencial de ON Design Partners permite repensar os vínculos entre a privacidade e o uso público e a condição urbana e doméstica, bem como na possibilidade de fundir estas noções ou, ao menos, de reconfigurar os seus limites.

 Marmalade Lane. Tomando como como premissa os anseios dos futuros habitantes do edifício, Mole Architects projetou um conjunto de quarenta e duas unidades habitacionais que se assemelha aos típicos quarteirões suburbanos do sul da Inglaterra.

3 generation house. O edifício projetado pelo BETA office for architecture and the city propõem estilos de vida compartilhados que transcendem os laços familiares e permitem que diferentes gerações possam viver no mesmo lugar sem prejuízos à privacidade e, ao mesmo tempo, gerando dinâmicas de cooperação mútua.

9 habitações em Oosterwold. A proposta radical e transformadora de Bureau SLA e ZakenMaker combina pragmatismo e eficiência – tanto construtiva quanto energética – e permite gerar nove interiores completamente diferentes. Aqui a vida é comunitária, assim como a produção e a manutenção do lugar.

R50. Ifau, Jesko Fezer, Heide & von Beckerath projetaram um edifício que prolonga a antiga tradição de construir e viver em comunidade dentro de uma organização participativa, de baixo custo, ecologicamente sustentável e orientada à criação de espaços que promovem uma contínua interação entre vizinhos.

Terrasenhaus Berlin / Lobe Block. Em uma tentativa deliberada de desafiar as normativas urbanas, Brandlhuber+Emde, Burlon / Muck Petzet Architects propuseram um edifício híbrido que combina diversos espaços flexíveis de residência e trabalho. Por outro lado, o texto escrito por Arno Brandlhuber, Olaf Grawert e Anh-Linh Ngo apresenta uma serie de ideias sobre a questão da propriedade, o controle territorial e os bens comuns.

TEORIA

 Viver mais perto no passado. Capítulo da pesquisa Living Closer de Je Ahn, dedicado à análise de casos paradigmáticos das décadas de 30, 60, 70 e final dos 90, onde se demonstra que o desejo de “morar juntos” não é novo, embora ainda exista muito por explorar.

Um arbusto de sinais luminosos. Entrevista com Jean-Luc Nancy. A entrevista que Florencia Rodríguez realizou com o filósofo francês Jean-Luc Nancy, “Um arbusto de sinais luminosos”, traz reflexões sobre uma série de questões: como representar o mundo atual? O que continua e o que mudou desde as primeiras definições da globalização como um processo inevitável?

Levar a cozinha para fora da casa. A pesquisa de Anna Puigjaner sobre os Refeitórios Populares em Lima, no Peru analisa a proliferação desta tipologia e a sua dimensão política, além de repensar o espaço da cozinha para debater papéis domésticos e de gênero.

Incerteza – e inclusive pânico –, mas, finalmente, criação: um estacionamento mobiliado. Santiago García Navarro e Rodrigo Kommers Wender repensam algumas ideias da arquitetura radical italiana dos anos sessenta e começo dos anos setenta à luz das conversas que eram produzidas no início deste século entre coletivos autogeridos e artistas do Cone Sul.

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